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Vinho Sul-Africano

Dos mais de 50 países independentes do continente africano, poucos produzem vinho, a maioria deles em pequena quantidade. A África do Sul, ao contrário, está entre os dez maiores produtores de vinho no mundo, com praticamente a mesma produção do Chile.

Com uma tradição de mais de três séculos de vitivinicultura, as primeiras mudas de videiras chegaram à Cidade do Cabo em 1654, vindas da Holanda.

Após a instalação da Vinícola Constantia, foram produzidos os primeiros vinhos finos de sobremesa, elaborados com a uva moscatel. No século XIX, estes vinhos chegaram a ser objeto de desejo das cortes europeias, rivalizando com Sauternes e Tokajis.

Contudo, a indústria de vinho sul-africana também sofreu com o ataque da praga filoxera, que interrompeu a produção de praticamente todos os vinhos por quase um século. Aretomada aconteceu no final do século XX, com medidas como criação de associações e cooperativas.

A KWV - Kooperatiwe Winjnbouwers Vereniging (ou Associação Cooperativa de Produtores de Vinho) passou a regular toda a atividade, selecionando cepas, impondo cotas de produção e fixando os preços. O que foi inicialmente benéfico para a indústria, com o passar dos anos, acabou limitando os produtores e o progresso da vitivinicultura.

Esta situação, agravada pelo boicote aos produtos do país em represália ao apartheid vigente, tornou os vinhos sul-africanos desconhecido fora do país. Assim, o vinho tornou-se um produto de consumo interno e o país ficou estagnado na evolução da produção de vinhos de qualidade.

Com o fim do apartheid, em 1994, houve uma nova abertura para as exportações.Uma política de inovação foi adotada e grandes investimentos em tecnologia e modernas técnicas de vitivinicultura foram realizados, tornando o país em um grande produtor de vinhos de qualidade em poucos anos.

É a única região vinícola do mundo localizada entre dois oceanos: o Atlântico e o Índico. O clima é mediterrâneo, espécie de clima temperado com verões quentes e secos e invernos frios e úmidos. O calor do interior do continente é atenuado pela fria corrente marítima de Benguela, vinda da Antártida. No verão, o Vento “Cape Doctor”, vindo do sudoeste, resfria os vinhedos e ajuda a prevenir doenças.

As composições dos solos variam bastante, mas de forma geral, são baseados no granito, no arenito ou no xisto.

Na África do Sul são produzidos todos os estilos de vinhos, de espumantes a fortificados, de vinhos encorpados e exuberantes até os mais elegantes e sofisticados. 

A produção ainda é majoritariamente de uvas brancas, sendo a Chenin Blanc a mais importante. Outras brancas merecem destaque como a Chardonnay, Sauvignon Blanc, Riesling a Colombard.

Entre as tintas, a Cabernet Sauvignon é a principal variedade dos vinhos sul-africanos, originando varietais e também blends de estilo bordalês, quando combinada a Merlot. Além destas, destacam-se a Syrah, Cinsault e a Pinot Noir. Porém, a uva emblemática da África do Sul é a Pinotage, com mais de 20% dos tintos do país produzidos com esta variedade, originando vinhos ricos, complexos e cheios de especiarias. Cruzamento de Pinot Noir e Cinsault, foi desenvolvida no próprio país e raramente é encontrada em outro lugar do mundo.

A produção de vinhos na África do Sul é concentrada no sul do país, sendo as regiões principais produtoras Paarl, Robertson, Constantia e Stellenbosch, todas próximas da Cidade do Cabo.

Atualmente, o país conseguiu ganhar seu merecido reconhecimento no cenário internacional, produzindo exemplares cada vez mais excepcionais.

A Via Vini comercializa os melhores vinhos da África do Sul, capazes de surpreender os amantes desta bebida.

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