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Vinho Argentino

A Argentina é hoje o quinto maior produtor vinícola do mundo. A combinação da sua história, povo, geografia e clima, tornou o país um gigante na produção de vinhos. Em quantidade e, principalmente, em qualidade.

Contudo, durante muito tempo, a quantidade superou a qualidade nos vinhedos do país.

A história dos vinhos argentinos começa em 1557, quando Juan Cedrón plantou os primeiros vinhedos com o objetivo de servir à Igreja Católica em seus rituais. Mais tarde, os jesuítas importaram mudas do velho mundo, buscando aprimorar a produção vitivinícola.

Até a década de 80 a grande maioria dos produtores adotavam o cultivo de uvas de alto rendimento, porém de baixa qualidade e um sistema de plantação arcaico.

Foi a partir de então, depois de muitos investimentos estrangeiros em modernas técnicas de cultivo e vinificação, e no cultivo em maior escala de uvas de espécies europeias nobres, que a Argentina começou a produzir vinhos finos e de qualidade, tornando-se o país do vinho Malbec.

Outro impulsionador da indústria é a própria cultura do país, extremamente ligada aos vinhos, já que a população basicamente é imigrante de espanhóis e italianos. A Argentina é o quinto país consumidor de vinhos no mundo, ou seja, um dos maiores consumidores do vinho produzido no país é a própria população.

O clima da região é continental, essencialmente seco, o que ajuda os vinhedos a ficaram menos suscetíveis às pragas. Em contrapartida, as videiras precisam de irrigação, que é feita através do derretimento da neve da encosta das montanhas.

As plantações são predominantemente nos pés da Cordilheira dos Andes, alcançando de 700 metros acima do nível do mar até 3.000 metros.

Todas essas condições influenciam significativamente a produção de excelentes colheitas, que são, consequentemente, refletidas na qualidade dos vinhos.

Na Argentina a predominância é de uvas tintas, com destaque para a sua uva símbolo, a Malbec. É o país com a maior área dessa variedade no mundo e o único com cepas verdadeiramente originais da França. Esta casta adaptou-se bem ao terroir argentino, adquirindo qualidade próprias, produzindo vinhos melhores que em sua terra Natal. Muitos apreciadores afirmam que os melhores vinhos argentinos são feitos a partir desta cepa.Outras castas tintas cultivadas na Argentina: Bonarda, Tempranillo, Cabernet Franc, Malbec, Petit Verdot, Pinot Noir e Syrah.

Com relação às brancas, a principal é sua uva nativa, a Torrontés. Outras cepas importantes: Sauvignon Blanc, Chardonnay, Chenin Blanc, Viognier, Moscato Bianco, Tocai, Moscatel, Pedro Ximenez e Riesling.

Os vinhos podem ser classificados, conforme determinação do Instituto Nacional do Vinho da Argentina, com as expressões Reserva e Gran Reserva. Para isso, precisam ser elaborados com variedades específicas e atender alguns requisitos mínimos.

A região mais tradicional de produção vinícola na Argentina é Mendoza (sub-regiões Luján de Cuyo, Maipú e Vale do Uco), responsável por mais da metade da produção nacional. Outras regiões importantes para a indústria vinícola são San Juan, La Rioja, Salta e Patagônia.

O resultado de todo esforço e investimentos da Argentina na vitivinicultura é refletido na qualidade de seus vinhos cada vez mais reconhecidos por especialistas e consumidores exigentes.

A Via Vini oferece uma ampla gama de rótulos desse país, desde vinhos argentinos premiados até vinhos argentinos bons e baratos, com ótima relação custo-benefício para nossos clientes.

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