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Chianti

Mais um dos vinhos célebres da Toscana, o Chianti é, sem dúvida, um dos rótulos italianos mais conhecidos e populares em todo o mundo.

Uma lenda interessante envolve os vinhos de Chianti e a denominação de origem mais famosa dessa bebida. Acredita-se que, em meados do século XVII, as cidades de Siena e Firenze (Florença),com o objetivo de resolver a disputa quanto à extensão territorial de cada uma, decidiram realizar uma prova para a delimitação das fronteiras. A disputa seria uma corrida entre dois cavaleiros, um de cada cidade, que deveriam seguir em direção a outra assim que o galo cantasse. O local em que os cavaleiros se encontrassem representaria então a delimitação da fronteira. Enquanto Siena escolheu um galo branco vistoso e bem nutrido, Firenze elegeu um galo negro, magro e mal alimentadopara cantar na alvorada. Com fome, o galo negro foi o primeiro a cantar, fazendo com que o cavaleiro de Firenze iniciasse a caminhada mais cedo, conseguindo uma boa vantagem em relação ao oponente. Assim, a cidade de Firenze conquistou um território maior que a vizinha, além da exclusividade do nome Chianti, que é representada até hoje nas garrafas por um galo negro (Gallo Nero).

Lendas à parte, o Chianti era considerado, desde o fim da II Guerra Mundial, um vinho simples e barato. Foi então que, em 1967, foi estabelecido um conjunto de regras para os vinhos que passaram a ser classificados como DOC (Denominazione di Origine Controllata).

No intuito de produzir um vinho mais caro e com melhor qualidade, muitos produtores passaram a mesclar a uva Sangiovese com variedades francesas. Assim, nasceram os Supertoscanos, responsáveis por impulsionarem a renovação dos vinhos Chianti.

Em 1984, a região tornou-se uma DOCG (Denominazionedi Origine Controllata e Garantita), a mais alta classificação italiana, com produção e regras mais estritas.

Existem outras denominações específicas, além da genérica Chianti DOCG, que levam em consideração a proveniência geográfica das uvas: Chianti Clássico (a mais antiga, famosa, tradicional, que produz os vinhos de melhor qualidade), Chianti Colli Aretini, Chianti Colli Fiorentini, Chianti Colline Pisane, Chianti Colli Senesi, Chianti Montalbano, Chianti Montespertoli e Chianti Rufina.

Caso atendam períodos de envelhecimento determinados, os vinhos ainda podem ser nomeados como Chianti Superiore (não permitido para Chianti Classico) e Chianti Riserva. O nobre Chianti Clássico pode classificar-se, com relação ao tempo de envelhecimento, em Chianti Classico, Chianti Clássico Riserva e Chianti Clássico Gran Selezione.

De maneira geral, as sub-regiões de Colli Aretini, Colli Senesi, Colline Pisane, Montalbano, produzem um Chianti mais leve, fresco, frutado, para ser degustado jovem, entre 3 e 5 anos. Em Colli Fiorentini, Montespertoli e Rufina, são produzidos vinhos mais estruturados, com maior teor alcóolico e potencial de envelhecimento. Mas o grande representante desta categoria de vinhos, é o Chianti Clássico DOCG (que ostenta o “Gallo Nero” em seus rótulos), que melhor expressa a uva Sangiovese, com exemplares produzidos com muita qualidade e excelência. São vinhos com maior potencial de guarda, bem estruturados e frutados, com taninos refinados com o tempo, tornando-os macios e redondos.

Com tanta tipologia, é possível encontrar Chianti de estilos e preços muito diferentes. Por isso, é importante atentar-se ao nome completo do vinho e o produtor, para saber o que esperar de cada rótulo.

Para os que ainda não conhecem, fica o convite! Não há como falar de enologia italiana sem provar um destes exemplares.

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